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 O CORPO SECO

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ninfa.bebe.azul
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MensagemAssunto: O CORPO SECO   Ter 29 Nov 2011, 21:31

Meu tio-avô homem severo e egoísta, veio da Itália há muito anos atrás, e fincou raízes aqui no Brasil, de forma violenta havia conseguido formar um grande patrimônio no interior do Paraná, nada e nem ninguém parava a ganância dele. Era conhecido por todos como o coronel da fazenda esperança.

Sempre severo, tratava os filhos e a esposa assim como os seus empregados, sempre na base do chicote, o que causava a todos enorme sofrimento e grande revolta. Sua fazenda era prospera, e bela, pois ele fez questão de nela plantar um belo taquaral, e fazer um lindo lago cortado por uma ponte que era motivo de muito orgulho a ele. Os anos foram passando, e ele envelhecendo e ficando cada vez mais rabugento.

Certo dia, acometida de um ataque cardíaco a esposa deixou esse mundo, e os filhos ao verem a mãe partir, também partiram em busca de suas vidas, longe do carrasco do pai. Esse ameaçou a todos deserdar, mas ninguém ali estava mais interessado em continuar ao seu lado.

Os anos foram passando e sem explicação qualquer que fosse o homem também morreu. Chamado o médico esse deu a causa morte como natural. E mandou providenciar o enterro, os filhos chegaram para o velório, e como era costume daquela época, o homem morto aguardava na cama ainda para ser levado para sala para o velório.

Após tudo decidido pelos filhos, foram até o quarto para levá-lo a sala para o velório, mas qual não foi à surpresa de todos. O CORPO SIMPLESMENTE HAVIA DESAPARECIDO.

A fazenda ficou em alvoroço, procuraram por toda parte o corpo e nada foi encontrado, nenhum vestígio, o corpo parecia que havia sido dragado pela terra. Jamais sendo visto novamente.

Mas a partir daquela noite aquela fazenda jamais foi à mesma, muitos viram passando por cima da ponte o coronel, e qualquer que fosse a pessoa, que ali tentasse pescar e de seu taquaral levar uma simples vara, levavam uma grande surra, com paus, pedras, ventos e outras tantas coisas sem explicação.

A fazenda foi abandonada pelos trabalhadores que tinham medo do fantasma e mais tarde pelos próprios filhos do coronel. Mas até hoje ela continua sendo cuidado pelo fantasma do coronel.

Que jamais abandonou suas terras e nelas ainda hoje vive passeando com seu corpo-seco, segundo os curandeiros locais.

fonte: causos e contos de família
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