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 O FANTASMA DA LIQUIGAZ

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ninfa.bebe.azul
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MensagemAssunto: O FANTASMA DA LIQUIGAZ   Ter 29 Nov 2011, 21:29

Entre 1979 e 1980 meu pai trabalhou na Liquigás do Brasil, empresa conhecida aqui em São Paulo por todos que precisam de botijões de gás em casa. Rolava na empresa a história de um fantasma que vivia aterrorizando os funcionários desavisados.

Meu pai sempre achou aquela história uma grande besteira, visto que ele próprio, nunca presenciou até esse dia nenhuma dessas traquinagens feitas por esse fantasma. Contava na empresa como regra de segurança, que nenhum funcionário poderia andar em cima das pilhas de botijões que já tivessem sido armazenados pelo menos três botijões, essa regra era cumprida pelos funcionários, mas não pelo fantasma, que vivia aterrorizando os seguranças noturnos com suas excursões em cima de pilhas que ultrapassavam cinqüentas botijões.

Certa noite por falta de funcionários, meu pai foi escalado para a noite, e durante a janta ficou sabendo um pouco mais do ilustre fantasma.

Um dos seguranças que ali jantava, contou que há alguns anos um funcionário ao sair do emprego resolveu atravessar à via ferroviária, e que infelizmente um trem havia lhe ceifado a vida de forma brutal, e que a partir daquele dia os mais medrosos, afirmavam que ele andava por cima das pilhas de botijões, assombrava os guardas nos corredores, e aterrorizava os funcionários que após as seis da tarde não conseguiam ir ao banheiro, pois as luzes eram apagadas sem que houvesse ninguém, água era aberta de torneiras, descargas eram dadas sem que ninguém visse nada.

Até então meu pai sempre zombou da história, ia ao banheiro sozinho e nunca tinha lhe acontecido nenhum fato estranho ou que não pudesse ser explicado de alguma forma. Mas isso mudaria essa noite, não exatamente com ele, mas com o guarda que ele havia conversado mais cedo, o mesmo fazendo sua ronda de rotina, acabou entrando no banheiro dos funcionários e para sua surpresa havia um funcionário dormindo tranquilamente deitado no banco que havia dentro do banheiro.

Como era regra da empresa, esse foi até o funcionário e lhe retirou o crachá, para que pudesse o denunciar ao fim de seu plantão. Nessa hora meu pai vinha entrando enquanto ele saia ainda com o crachá em sua mão, e deu um sorriso e falou para meu pai, olha aqui o crachá do dorminhoco, acorda ele e avisa pra amanhã buscar o crachá lá no RH.

Meu pai mesmo contrariado entrou no banheiro, porém não havia ninguém, olhou em todos os lugares, mas nada do tal funcionário que o guarda havia visto. Naquela noite não viu mais o guarda, para lhe avisar que não havia visto ninguém.

A surpresa foi no outro dia, correu na empresa a história do guarda que havia tirado o crachá do fantasma do banheiro, e sem nenhuma explicação, o mesmo guarda exatamente sete dias depois cometeu suicídio dentro do mesmo banheiro.

Meu pai só viu o fantasma através da foto de seu crachá, nunca teve o prazer de ser apresentado para ele pessoalmente, porém na empresa até hoje há quem afirme que o fantasma e o guarda que cometeu suicídio andam juntos fazendo traquinagens com os funcionários desavisados.

FONTE:causos e contos de familia
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