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 Sobre Wicca - Entrevista de Gilberto de Lascariz

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† Maurício †
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MensagemAssunto: Sobre Wicca - Entrevista de Gilberto de Lascariz   Qui 05 Dez 2013, 19:09

Numa das minhas inúmeras pesquisas descobri uma entrevista dada por Gilberto de Lascariz (um dos maiores ocultistas ainda vivo e residente em Portugal) sobre Wicca. Espero que gostem e considerem útil, a meu ver é um must read para todos os que se interessam por Wicca. (total de 27 perguntas)


1 - O que é o Wicca? 
R: Essa é uma pergunta muitíssimo simples mas muito complexa para poder ser respondida sob forma de sabatina. Se você procurar aqui na internet encontrará basicamente sempre a mesma resposta padrão, repetida até ao infinito, e que pode ser definida assim: o Wicca é uma religião neo-pagã que reverencia e celebra as Forças da Natureza, representadas pela interdependência criativa do Deus Cornudo e da Deusa Mãe, e cujas origens nasceram da prática da bruxaria antiga e neo-pagã. Esta resposta estaria em princípio certa. Mas só em princípio! Porque ela escamoteia aquilo que é essencial no Wicca: o facto de ela ser um sistema iniciático. Por isso, se eu quisesse dar uma resposta directa e sintética eu responderia de outra maneira: o Wicca é um sistema mágico-religioso de características iniciáticas, que se enraíza na prática europeia da bruxaria arcaica e neo-pagã centrada á volta do Deus Cornudo e da Deusa da Lua, e que toma o processo de Metamorfose da Natureza e dos seus Luminares como matriz do próprio processo de metamorfose cognitiva da Alma. Esta seria a resposta completa, na minha opinião!


2- Como surgiu o Wicca?
R: O Wicca surgiu publicamente através do livro Witchcraft Today em 1954. O seu autor Gerald Gardner é considerado o fundador de uma prática de bruxaria neo-pagã cujas origens lendárias advinham desde a antiguidade pré-clássica e havia sobrevivido á perseguição cristã. Gardner veio a denominá-la pela expressão oriunda do inglês antigo Wicca. Mas esta é a origem lendária do Wicca! As suas raízes históricas apoiavam-se na corrente da etnografia vigente na Escola de Cambridge e de que a arqueóloga Margaret Murray durante muito tempo fez eco. Gardner havia afirmado que a prática do Wicca havia sido preservada em New Forest por um conventículo de bruxaria em que fora iniciado em 1939 através de Dorothy Clutterbuck. Embora a escritora Doreen Valiente houvesse provado a existência de Dorothy Clutterbuck depois da dúvida levantada quanto á sua real existência pelo historiador Jeffrey Russel, foram muitos os iniciados que exultaram de felicidade diante desta prova admitindo precipitadamente que toda a historia publicitada por Gardner fora pura verdade histórica. A década de 90 foi fatal para esta crença ingénua mantida pelos iniciados wiccans através das investigações de dois historiadores iniciados: Aidan Kelly e Ronald Hutton. Eu admito  que Dorothy Clutterbuck terá funcionado para o Wicca da mesma maneira que Anna Sprengel para a criação da Golden Dawn: um mito fundacional! A investigação de Ronald Hutton provou que a personagem histórica Old Dorothy Clutterbuck embora tenha realmente existido, como Doreen Valiente veio a provar antes, ela não corresponde á personagem Old Dorothy. Na sua vida real ela não era uma bruxa inspirada mas uma beata cristã e burguesa, mecenas do partido conservador local e instalada numa sociedade convencional para se poder identificar com uma prática mágico-religiosa contra cultural de fundo ante-cristão.


3 - Quais são os Princípios Basilares do Wicca?
R: Há um conjunto de princípios basilares que são a sintaxe de toda a actividade mágico-religiosa wiccan. Costuma-se dizer erroneamente que são Princípios de Crença no mesmo sentido em que é usado nos Artigos de Fé das religiões monoteístas! Não temos crenças em que se possa sentar preguiçosamente e dizer na base disso: «eu sou wiccan porque acredito nisto e naquilo»! Se for á capela da paróquia lá poderá encontrar cabeças atulhadas de crenças religiosas! Lamento desiludi-lo com esta informação: a crença é uma desculpa fácil para parecermos aquilo que realmente não somos. Não deveria ter lido a maçadora «literatura de supermercado» de autores tipo Scott Cunningham que fala tanto de crenças no Wicca...e que só existem como crença na sua ingenuidade mental. 
A ideia da existência de Principias de Crença surgiu no entanto em 14 de Abril de 1974 com a declaração "Os Princípios de Crença Wiccan" formulada pelo Concilio de Bruxas Wiccans, uma organização ecléctica de wiccans americanos. A partir de então ela aparece sempre transcrita em muitos livros eclécticos de wiccans americanos e tornou-se a base de muitas organizações wiccans á volta do mundo. Mas no Wicca não há Princípios de Crença como nas religiões actuais, mas apenas contextos para uma experiência espiritual e diversos Paradigmas espirituais. O contexto que permite o eclodir dessa experiência é determinado pelo treino meditativo e os rituais. 
Poderia dizer que os Princípios Basilares são como as regras de trânsito no código da estrada e que permitem viajar ao cerne do universo com um conjunto de técnicas místicas específicas. A paisagem que vai emergir nessa viagem depende muito de você. É essa a sua liberdade. É esse o encanto da "viagem". Existem no entanto um conjunto de Paradigmas que servem de matriz á religiosidade wiccan e que são os seguintes:


   1. A existência de uma Polaridade Universal, raiz de todos os processos de Vida e de Consciência, representados pela interacção criativa entre uma Grande Deusa Arcaica e um Deus Cornudo.
   2. A santificação da Natureza como espaço de imanência do divino e a celebração dos seus ciclos cósmicos de metamorfose.
   3. A prática da Magia e o desenvolvimento de Poderes Parapsíquicos.
   4. A relevância da Reencarnação na perspectiva de um parentesco por linhagem de sangue ou por linhagem corporativa e fundamento de uma evolução espiritual específica.
   5. A valorização de um sistema de Iniciação na Tripla Dimensão do Ser Humano.


Estes Cinco Paradigmas podem ser organizados dentro do Pentagrama, que é a Matriz Mística da nossa Tradição, como no diagrama abaixo.


Utilize-o como motivo de meditação. Por exemplo veja como o conceito de Polaridade Divina em cima se liga pelo braço do Pentagrama simultaneamente, em baixo, ao Principio da Iniciação (no elemento Fogo)e da Natureza (no elemento Terra), sugerindo serem "lugares" onde eles preferencialmente se manifestam. O espaço exterior da Natureza Selvagem e o interior do Ser Humano parecem ser esses "lugares" não acha? Observe também como ao ser inscrito num circulo o Pentagrama lhe estimula outros caminhos de reflexão: veja a Iniciação relacionada com a Natureza em baixo, formando com a Polaridade divina em cima um grande triângulo de fogo. Isto tem um significado sabe? Agora note, por exemplo, que essa Polaridade Divina para atingir o ponto de manifestação da Natureza em baixo atravessa o ângulo associado á Magia e ao elemento Ar. Isso quer dizer alguma coisa não acha? Use este esquema como meditação e se quiser fale-me dele. Será divertido e instrutivo para ambos! 


4 - Qualquer pessoa pode ser um/a wiccan mesmo se conservando cristão ou muçulmano, por exemplo?
R: Não. Absolutamente não. Se é um cristão consciente e respeita o compromisso que ainda tem com a sua religião só lhe tenho a dizer o seguinte: não pode ser um wiccan! Os fundamentos teológicos do cristianismo, seja qual for a sua confissão, baseiam-se em três premissas de crença para nós inaceitáveis: 
    * A existência do pecado 
    * E a necessidade de salvação, 
    * Associado à predominância de uma concepção monoteísta e transcendente da divindade.  


   Ao contrário também da crença religiosa generalizada num Deus transcendente á natureza e á humanidade, o wiccan tem uma concepção imanente da Divindade: encontra-a sobretudo nos lugares selvagens da natureza e não dentro duma igreja ou através de um livro revelado e omnipotente, e considera os espaços naturais ainda não domesticados pelo homem como lugares santificados, verdadeiros santuários, animados por Forças Espirituais sensíveis e tocáveis pelo nosso espírito. O nosso "Livro Revelado" é o Livro aberto da Natureza, na metamorfose das suas estações e com todas as suas criaturas: são elas os nossos Mestres, mais do que os livros proféticos e obtusos de uma religião. 
   O mesmo se aplicaria a um muçulmano, com a gravidade maior do Islão nutrir uma profunda e repugnante misoginia em relação ao feminino. Nunca um cristão ou um muçulmano poderá ser um wiccan, como da mesma forma não poderá ser simultaneamente budista, existencialista ou ateu! Se é cristão e respeita si mesmo e à sua fé, por muito fundamentalista e obsoleta que ela seja, então faça o favor de não pretender ser wiccan. A Divindade é como a metáfora de um cristal de múltiplas facetas: todas elas podem ser um caminho de Luz para a profundidade de si mesmo! Mesmo que a sua religião possa ter sido um dia mais um caminho de treva, crueldade e crime, do que um caminho de Luz! Talvez o problema não esteja na Divindade que adoravam, mas nos homens imperfeitos que eram seu adoradores!


5 - Mas então qual a diferença entre o Wicca que, por uns é definida como uma prática religiosa e, por outros, como uma prática iniciática? São duas formas de wicca? São a mesma wicca?
R: Na realidade são duas formas de wicca: um é o Wicca Iniciático, que é o seu sentido «strictu sensu», e o outro é as múltiplas formas de Néo-Wicca ou Wicca Ecléctica com preocupações de índole mais religiosa, cívica e cultural. 
   O Neo-Wicca ou o Wicca Ecléctico, emergiu muito mais tarde do que o Wicca, precisamente em meados dos anos setenta nos Estados Unidos com a emergência das seguintes iniciativas:
    * A convenção americana Gnosticon da principal iniciativa de Carl Llewellyn Weschcke, o fundador da grande editora Llewellyn  Publications;
    * A aceitação dos Princípios de Crença Wiccan em 14 de Abril de 1974 como plataforma religiosa dos wiccans americanos e o estímulo a uma atitude aberta e experimentalista de todo o tipo de ritual «wiccan style».
    * O desenvolvimento de métodos mais abertos de pesquisa mágica wiccan através da criação do Circle Santuary em 1975 pelos ex hippies Selena Fox e Jim Allen.
    * A criação em 1975 do Pagan Spirit Gathering no Wsconsin por Selena e Jim que se tornou o primeiro acampamento wiccan e a criação em 1977 do Pan-Pagan Festival pelo Midwest Pagan Council em Ilinois.
    * O sucesso editorial dos livros Spiral Dance de Starhawk  e Drawing Down the Moon de Margot Adler ambos publicados em 1979 e que gerou uma onde de experimentalismo wiccan fora do patrocínio dos conventículos tradicionais. 


   O Wicca desde a sua fundação por Gerald Gardner era um sistema iniciático fechado, com um sistema de graus que ilustrava os processo evolutivos da Alma do Iniciado. Isso não o impediu de dizer: «o Wicca é uma religião». Mas na cultura dos cenáculos esotéricos a quem ele se dirigia isso queria dizer uma «Religião de Mistérios», o que não quer dizer a mesma coisa que Religião! 


    A partir dos anos setenta emergiu gradualmente nos Estados Unidos um novo tipo de Wicca, mais aberto e interessado em evoluir para formas mais sofisticadas de práticas neo-pagãs e menos dependentes dos modelos novecentistas de Magia. Isto deve-se ao facto de nos anos setenta os livros de Gerald Gardner serem completamente desconhecidos do publico americano e só vários comentadores de segunda vaga e conhecendo por vezes o Wicca de fora haviam sido publicados nos USA. Nos anos setenta só Sybil Leek e depois Raymond Buckland eram conhecidos do público americano como tendo alguma proximidade interior ao Wicca. No entanto o primeiro livro de Sybil The Diary of a Witch já estava disponível ao grande público americano em 1968. O livro What Witches Do de Stewart Farrar havia sido publicado no Reino Unido em 1971 mas passou despercebido pelo wiccan americano ecléctico. 
   No entanto, a partir dos anos oitenta as leituras dos livros escritos pelos iniciados gardnerianos e alexandrianos, como Doreen Valiente, Stewart Farrar e Raymond Buckland, divulgaram muitas das bases de trabalho de conventículo tradicional e emergiu uma forma popular de Wicca baseada no plágio destes textos. 
   Basicamente ela começou nos inícios dos anos setenta com o movimento Pagan Way criado por Joseph Wilson e Ed Ficht e a sua valorização de uma forma de Wicca enraizado em encontros na natureza e em workshops de trabalho mágico com ela. Neste sistema aberto ao público em vez dos velhos modelos convencionais de iniciação do Wicca era preferido os processos naturais de trabalho meditativo com as forças da natureza de forma a elas induzirem na psique do indivíduo uma forma de Iniciação natural. Este movimento constituiu também uma forma de adaptar e transformar materiais iniciáticos ás necessidades de consumo publico mais básicas, criando matrizes de celebração ritual abertas à possibilidade de ser adaptadas por qualquer pessoa ás suas inclinações místicas individuais ou de grupo. Foi esse sistema que serviu de base nas celebrações ao ar livre em muitos festivais neo-pagãos pela Califórnia e pelo resto dos Estados Unidos. 


   Nos anos setenta a Califórnia era, então, um verdadeiro alfobre de génios á solta como Allan Watts, Fritjof Capra, Carlos Castaneda, J. B. Rhine, Abraham Maslow, e muitos outros, tornando-se num pólo de efervescência místico-cientifica associada com pesquisas ousadas nas zonas mais ocultas do cérebro e a base de experiências comunitárias de vida em oposição aos modelos de sociedade vigente. Mas também do desenvolvimento de estados alterados de consciência através do LSD e de técnicas meditativas xamânicas, e que veio a desembocar no Instituo Esalem e na Gnose de Princeton. Foi este novo impulso espiritual na humanidade para criar um sistema onde religião, ecologia e ciência, fossem facetas de uma mesma realidade cognitiva, associado ás grandes mudanças nos meios culturais underground da juventude americana e universitária, que propiciou a emergência de uma religiosidade new age e, por consequência, de um sistema wiccan de características populares que satisfazia as suas necessidades de integrar simultaneamente o ambiente e o ser humano, num todo ecológico e espiritual, e com meios intensos mas simples e acessíveis. 
   Foi neste contexto que naturalmente emergiu o «wicca de supermercado» pela mão de Scott Cunningham, e que desemboca hoje em autores como Silver Ravenwolf e Gerina Dunwicxh. Mas o Wicca aparecia, também, como a primeira religião ecológica: respeito e defesa do mundo natural, valorização das energias corporais, a alegria e o prazer como elemento constituinte da sua religião, defesa da igualdade jurídica e de oportunidade de vida não só de homens e mulheres mas de todas as formas de vida. Parafraseando o fundador da "deep ecology", o Wicca propiciava a cada pessoa neo-pagã a possibilidade de poder «viver e pensar como uma montanha», isto é, em contacto íntimo com o mundo natural. É esta tendência á dissolução emotiva no meio natural e nas forças de vida, numa perspectiva de auto-regeneração, que define a religiosidade neo-pagã. Dele estava definitivamente arrumado para os cantos escuros do esoterismo o seu carácter iniciático. Porque era muito mais complexo, menos atractivo a uma população que pretendia um consumo rápido e superficial de religiões alternativas, e demasiado transgressivo para o pudor presbiterado com a sua valorização do Deus Cornudo e das energias sexuais. 
   A Iniciação é o corolário e a razão de existir do Wicca Tradicional. Ela está no pólo oposto de um «misticismo sem suor» típico do eclectismo wiccan e visa a mutação radical do ser humano na sua tripla constituição arquetípica: do pensamento, do sentimento e da vontade. O caminho dessa integração iniciática é diferente dos outros sistemas iniciáticos de fundo cristão como os rosacrucianos e que visam a sublimação e desmaterialização. No sistema wiccan a iniciação «imita» os processos arquetípicos de metamorfose da natureza como matriz cósmica da metamorfose espiritual. É em virtude desta «imitação» ou mimesis da natureza que o Wicca é também conhecida pela expressão "A Arte".
   No wicca tradicional o caminho mágico é «a rebours», como se dizia na antiga bruxaria: voltar atrás numa espécie de eterno retorno através da escala evolutiva das espécies que trazemos ainda connosco, desde o estado de ser civilizado actual até aos estratos atavísticos e ao inconsciente antropológico, fazendo brotar desta forma umas ser tão completo e integrado quanto possível á imagem e semelhança da metáfora do Deus Cornudo. É neste sentido de recuo antropológico, sintetizado na tese mágica do "a rebours", legitimado pelas teorias das sobrevivências na etnografia e da geologia durante a época de Gardner e mais tarde pela psicologia reichiana, o psicodrama, as psicoterapias do grito primal e as técnicas de bio-feedback, que está o segredo Mistérico da Wicca como herdeira da Bruxaria Arcaica!
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