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 Os cuidados que temos que ter com nossos visitantes extraterrestres

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MensagemAssunto: Os cuidados que temos que ter com nossos visitantes extraterrestres   Qui 11 Abr 2013, 16:13

O Bem e o Mal na Ufologia

Os cuidados que temos que ter com nossos enigmáticos visitantes extraterrestres

Nos meios ufológicos convive-se com informações incomuns, de diversas naturezas e provenientes de inúmeras fontes. Alguns desses tipos de dados passaram a ser encarados com certa naturalidade pelos ufólogos, como os avistamentos e as ações governamentais de acobertamento. O conjunto de pessoas que a Ufologia agrega é muito heterogêneo, variando desde pessoas excessivamente céticas e cientificistas até outras totalmente iludidas por seitas ufolátricas. Felizmente, a maioria tem bom senso, mas ainda assim a gama de opiniões sobre aspectos-chave do Fenômeno UFO é muito ampla – talvez até demais. Praticamente, a única coisa em comum entre todos é a crença na existência dos UFOs – sequer a hipótese deles serem de origem extraterrestre é unanimidade.

As variedades e nuances de crenças e opiniões são ainda maiores quanto a temas polêmicos ou pouco abordados, como as inter-relações entre a Ufologia e a espiritualidade, abduções e canalizações, só para citar alguns mais conhecidos. Este artigo trata da questão do dualismo ou do maniqueísmo na Ufologia, ou seja, a existência de duas grandes facções em que se dividem as civilizações que nos visitam. A própria realidade deste dualismo é muito polémica, ainda que não devesse. Existem pesquisadores que consideram os extraterrestres em geral nocivos para a humanidade. Outros generalizam no extremo oposto, considerando todos os alienígenas como nossos benfeitores ou até criadores, chegando a negar fatos como as abduções violentas. A visão de realidade aqui defendida é coerente com a fenomenologia ufológica e com os conhecimentos espirituais sobre o universo atualmente existentes. Uma parte desses conhecimentos tem origem antiga – como as escrituras sagradas de algumas religiões –, mas há outros mais recentes, obtidos através de interações com entidades espirituais de alto nível.

A origem do dualismo — Nosso planeta é visitado por dezenas de diferentes civilizações, conforme evidencia a variabilidade da tipologia dos tripulantes de UFOs observados. É natural imaginar que esse conjunto de povos também comporta uma vasta gama de interesses com relação à Terra e à humanidade. Isso se reflete em seu comportamento, pelo qual a literatura ufológica costuma dividi-los em nocivos, benévolos e indiferentes ou neutros. O estudo das escrituras sagradas e de outros antigos conhecimentos indica que nossa galáxia vive uma grande guerra há muito tempo. Esse enorme conflito tem sérias implicações para a região que ocupamos no espaço, e teria origem naquilo que é conhecido como “a grande rebelião”, ou “rebelião de Lucifur” (não confundir com Lúcifer). Deixando de lado os detalhes, que variam conforme os textos e as interpretações, pode-se dizer que essa revolta ocorreu como reação ao estabelecimento de um novo projeto por parte de altas entidades espirituais sob ordem de Deus.

Esse plano teria estreita relação com nossa humanidade, na medida em que previa a criação de um ser superior que evoluiria para a perfeição a partir da vida física. Essa revolta seria a origem do mal como o conhecemos. Assim, ele não é intrínseco à manifestação do bem, como querem crer alguns. O mal e o bem não são duas faces de uma mesma moeda. O maniqueísmo não é necessário para a existência do bem. Na verdade, o estado natural do universo é de amor e paz infinitos e evolução constante. Também não é correta a noção de que o dualismo seria uma criação abstrata do homem, e que alienígenas estão acima do bem e do mal, não sujeitos a esse nosso suposto conceito ingênuo.

No caso da Terra, com o desenrolar local do projeto e em face da rebelião, era necessário chegar a uma raça que fosse capaz de atingir o objectivo de ascensão, mesmo sujeita às limitações causadas pela dominação dos chamados “anjos caídos”. Com o decorrer da luta, as forças negativas foram sendo expulsas para regiões periféricas da galáxia, enquanto também se barrava seu acesso a dimensões mais elevadas de existência. Nosso Sistema Solar situa-se distante do centro da Via Láctea, numa de suas espirais – e está ainda sujeito à influência desses rebeldes. Assim, nosso planeta é visitado por entidades integrantes dos dois lados em conflito: os seres ditos positivos, que seguem a vontade do Criador, coordenados e orientados por altas hierarquias suprafísicas ou ultraterrestres, e os seres negativos ou “caídos”, que tentam manter seu controle e hegemonia nestas regiões, incluindo a escravização espiritual desta e de outras humanidades. Nesta ótica, não sobra espaço para a existência de civilizações independentes – todas estão ou estarão em breve alinhadas com um dos dois lados.

Alienígenas e protecção — As características claras do comportamento dos seres negativos para conosco são evidentes a partir do contato direto como eles, como nas abduções e em algumas canalizações. Eles demonstram total desrespeito ao nosso livre-arbítrio, prática de manipulação mental, vampirismo energético, coação, desencaminhamento espiritual, divulgação de falsas escrituras, violação, roubo de corpos etc. Por outro lado, as entidades físicas e espirituais fiéis a Deus respeitam a individualidade e nosso crescimento como civilização, buscando nos ajudar – ainda que, por causa da situação reinante por aqui, o intercâmbio seja muito restrito devido às nossas limitações de consciência e ao bloqueio de nossas capacidades inatas de comunicação, numa espécie de quarentena existente há milênios.

O que está ocorrendo é uma batalha ampla e ininterrupta pela alma humana. Está em jogo o futuro da humanidade, relativo ao que ela tem de mais valioso: sua capacidade de ascender a níveis superiores de existência, conforme o projeto divino que o outro lado busca sabotar. Estudando-se as profecias, conclui-se que a Terra formará, com outros mundos em semelhante estado, o palco final dessa guerra. Esse conflito parece ser citado em Apocalipse 12,7, correlacionado ao texto bíblico Daniel 12. Dentro desta grade de realidade não é difícil identificar tipos de extraterrestres, conhecidos na casuística, como sendo negativos. Os reptilianos e cinzas [Grays] são casos óbvios, ainda que venham fazendo ações de propaganda tentando mostrar-se amigos da humanidade, enquanto disseminam sua versão infame da nossa criação e do ordenamento do universo, incluindo a negativa da existência de Deus.

Essa “propaganda de guerra” inclui a propagação na mídia de imagens estilizadas desses extraterrestres, programação de abduzidos para os defenderem em público e disseminação de mensagens canalizadas em que se colocam como libertadores – enquanto caluniam ou fazem-se passar por seres de Órion ou das Plêiades, por exemplo. É sabido que raças extraterrestres fizeram experimentos genéticos com o ser humano em eras passadas, resultando em desastres como o dos gigantes gerados pela hibridização com os chamados “filhos de Deus”, citado no Gênesis e no Deuteronômio bíblicos. Essas alterações tiveram que ser corrigidas pela chamada Hierarquia. Assim, ETs que alegam ser criadores do ser humano aproveitam uma meia verdade para negar nossa imagem e semelhança para com o Pai, tentando reduzir a criação a simples experimentos genéticos. Seu propósito é confundir, enganar e desviar.

Comandantes de frotas — Por outro lado, seres que interagiram com o homem na Antigüidade e fizeram se passar por deuses, gerando a mitologia clássica e as de outras regiões do planeta, retornam agora como belos “comandantes de frotas estelares”, prometendo uma falsa salvação, uma falaciosa ascensão para a quarta dimensão – bem diversa da verdadeira, prometida em escrituras sagradas. Mas a aparência física de nossos visitantes não pode ser tomada como parâmetro único em sua classificação. Ainda que algumas raças tenham aspecto grotesco devido a uma milenar degeneração ocorrida em razão de sua queda espiritual, há seres negativos que ainda mantêm forma adâmica, apesar de sua incapacidade atual de reproduzi-la. Daí, talvez, a existência de relatos de abduzidos que alegam ter visto a bordo de UFOs seres humanos junto de cinzas, os chamados tipo alfa, por exemplo – além dos casos em que parece haver envolvimento de militares terrestres. Faz-se a ressalva, claro, de que há várias civilizações adâmicas positivas que estão nos visitando, além de outras humanóides.

Esses extraterrestres negativos e com aparência humana são particularmente perigosos, porque iludem mais facilmente as pessoas com as quais mantêm contato – juntamente com outros que usam camuflagens, escondendo sua verdadeira forma. Por isso é fundamental, em qualquer tipo de interação com aliens, empregar-se algum meio de proteção psíquica ou mental. Isso vale tanto para contatos físicos – como as abduções – quanto para encontros em estados alterados de consciência, canalizações e assemelhados.

Existe um código, um mantra ou nome sagrado que funciona para estas aplicações, além de muitos outros. Ele é citado em Isaías 6,3 e Apocalipse 4,8-11, como sendo cantado ou vibrado ininterruptamente na presença do Criador: Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsabaioz [Palavras obtidas por transliteração do hebraico]. O mantra significa Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus das Legiões (ou dos Exércitos). Este código deve ser usado em todo tipo de contato com outras inteligências, incluindo extraterrestres. Funciona como uma saudação superior, quando pronunciado no encontro com seres positivos, e age como proteção na presença de negativos, na medida em que estes não conseguem suportar o tipo de energia gerada, quando entoada por um ser humano.

A missão dos ufólogos — Durante as últimas décadas, as principais responsabilidades da comunidade ufológica foram a investigação da casuística e a conscientização da sociedade quanto à materialidade do Fenômeno UFO. Mas a pesquisa convencional só permite especular a respeito das intenções dos extraterrestres e os objetivos de suas pesquisas em nosso meio. Atualmente, porém, as demandas são maiores e mais complexas. Como cidadãos planetários, temos o direito de saber o que querem e o que fazem aqui. É errônea a noção propagada por alguns de que não nos caberia – ou não nos seria possível – chegar a tais dados, em face de uma suposta grande inferioridade evolutiva ou de grau de inteligência em relação aos nossos visitantes. Passa da hora, então, de os pesquisadores irem além do tradicional na procura por respostas. A Ufologia tem que ser encarada como um inquérito, no qual se busca uma solução – e não como uma ciência, como se a fenomenologia fosse continuar indefinidamente e tivéssemos todo o tempo do mundo para compreendê-la. Obviamente, os procedimentos de análise científica são muito bem-vindos, mas não devemos nos restringir a eles.

Considerando a insistência da casuística, comentários vazados da comunidade internacional de inteligência [Espionagem], inúmeras canalizações e até profecias, sabe-se que haverá um dia não muito distante em que algumas das civilizações que nos visitam se mostrarão abertamente a nós, possivelmente com suas naves sobrevoando as grandes cidades simultaneamente. Aqui se torna vital compreender que essa aparição pública poderá ser feita por seres de uma ou de ambas as facções – negativos ou positivos. Os negativos necessariamente tentarão posar de amigos da humanidade, já que lhes interessa mais a manutenção de sua influência sobre a consciência das pessoas do que uma conquista bélica para exploração de nossos recursos naturais. Mesmo assim, sua aparição poderia ser considerada uma guerra de conquista, ainda que de almas e não de territórios.

Então, seria o momento da mais importante missão dos ufólogos: ajudar a população a discernir a índole dos visitantes. E para isso, será necessário compreendê-los, antes de difundir qualquer informação. E sem uma preparação espiritual isso não será possível, pois dada a inteligência e argúcia dos extraterrestres negativos, apenas o conhecimento científico e a inteligência racional não seriam suficientes para evitar-se manipulações. Se nada disso for feito, então todos esses anos de pesquisa ufológica se tornarão automaticamente obsoletos – correndo risco de serem descartados – no momento em que os extraterrestres surgirem às claras. Além disso, o caminho ficará aberto para todo tipo de aproveitador da Ufologia poder falar o que quiser, servindo-se do entusiasmo ou da histeria de milhões.

Se a Ufologia permanecer sem maiores preocupações com o que virá depois que a humanidade em peso souber da realidade das visitas extraterrestres, também haverá a possibilidade dela acabar por ter apenas servido para preparar miríades de seguidores de uma religião falsa trazida por alienígenas usando um fantoche para simular o retorno de Jesus. A diferenciação poderá ser feita com a análise do que os visitantes dirão, já que dificilmente cometerão deslizes públicos de comportamento. Não são em absoluto confiáveis seres que negam a existência de Deus, que subvertem a origem divina de Jesus ou dizem que ele mudou de nome e está na nave capitânia deles. Como não serão confiáveis os visitantes que se mostrem publicamente como nossos criadores, fazendo apologia de manipulações genéticas como forma de evolução física ou mental e negando a verdadeira evolução espiritual.

Programa de hibridização — Também temos que estar alertas para aqueles que procurarem nos impor quaisquer comportamentos ou conceitos, ou mesmo que pedirem nossa colaboração num programa de hibridização para gerar uma raça que seria a única capaz de resistir às mudanças futuras no planeta. Como se pode constatar, há indícios muito subjetivos – e outros mais específicos – para definir quem é quem. Outra forma de reconhecimento de entidades não comprometidas com nosso desenvolvimento, desta feita para uso mais direto, será o emprego de códigos como o Kodoish. É fundamental que cada um, em contatos pessoais com outras inteligências, e principalmente naquele momento crucial de sua manifestação pública, saiba ouvir sua essência, sua consciência interna. É imprescindível que cada pessoa ore conforme sua fé, pedindo discernimento, e que use a razão e conhecimentos como esses para conseguir diferenciar sabiamente.
Por seu turno, entidades positivas respeitam nosso livre-arbítrio e não interferem no comportamento de outrem. Não realizam abduções forçadas nem exames físicos dolorosos, mesmo porque já conhecem muito bem nossa fisiologia. Também não fazem experimentos genéticos conosco e não pro curam impor suas versões de compreensão de Deus e da criação, assim como do funcionamento do universo. E nem se colocam como criadores ou salvadores da humanidade, mas sim como nossos irmãos. Só o tempo dirá como e quando haverá o contato maciço de nossa civilização com ETs. Mas desde já é necessário multiplicar a noção da inevitabilidade desse evento, como também o discernimento dos riscos que correremos com uns e as maravilhosas interações que auferiremos com outros.

““A busca de respostas para o Fenômeno UFO esbarra num paradigma: quanto mais você encontra respostas, mais elas te remetem para novas buscas, e assim por diante”
- J. Victor Soares, pioneiro e veterano ufólogo açoriano radicado no Rio Grande do Sul

“Extraterrestres negativos e com aparência humana são particularmente perigosos, porque iludem mais facilmente as pessoas com as quais mantêm contato. E fazem isso juntamente com outros que usam camuflagens, escondendo sua verdadeira forma”
Citação :
Bom Medo Extremo
Citação :
Fonte: portugalparanormal.com
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